
foto: câmara municipal de Cascais, 650 anos.
Quando visitei Cascais tive um problema com minha câmera e perdi muitas fotos, mas aqui estão todas as informações para vocês visitarem Cascais – cidade das 17 praias e mais de 10 museus.
Atualização – 2022
Cascais era uma antiga vila de pescadores até o séc.XIV, quando no séc. XIX o rei D. Carlos e família se instalaram em Cascais e à partir de então tornou-se centro de lazer da elite portuguesa, atualmente é um balneário de turismo, praticamente uma cidade praiana.
Localização – Cascais faz parte do distrito e da área metropolitana de Lisboa, na região Litoral-Centro do país.
Distância de Lisboa – 30km., cerca de 30 minutos de carro
Distância de Sintra – 17km., cerca de 15 minutos de carro.
Distância de Estoril – 3,10km., 10 minutos de carro
Quando ir
O melhor período é de abril a setembro, quando a temperatura está agradável e chove menos.
Como chegar saindo do Brasil
Voos partem das principais capitais do Brasil ou saindo de Campinas/SP pela AZUL, destino Aeroporto Internacional Humberto Delgado em Lisboa.
Como chegar partindo de Lisboa
Se não for alugar carro o metrô sai do aeroporto e vai até o Cais do Sodré.
Comboio (trem) parte de Lisboa no Cais do Sodré, a viagem acompanha primeiro o Rio Tejo e depois o Oceano Atlântico, paradas no centro de Cascais e Estação Monte Estoril para ter acesso direto às praias.
Tempo de viagem – 30 minutos.
Investimento – 4,50€, no verão vai ter fila nos guichês.
Carro – 30 a 50 minutos do centro de Lisboa pela A5 até o centro de Cascais, dependendo do trânsito.
Bizú – o melhor local para estacionar o carro é o parque subterrâneo do Largo da Estação
ROTEIRO
Período da manhã, praias – Guincho, Duquesa/Conceição, Carcavelos, Rainha e Abano. Todas elas tem boa estrutura, a maioria com restaurantes, cadeiras para alugar e salva-vidas. São 17 praias, em todas elas a água é bastante fria, principalmente para nós brasileiros.
Período da tarde – tour pelo o centro histórico.
Praia do Guincho
O trecho de praia se divide em duas porções: Abano ao norte onde está o famoso Bar do Guincho com boa infraestrutura. Já Muchaxo ao sul tem ondas fortes para receber surfistas.
Localização – Para chegar até ela será necessário um pouco mais de tempo, ela está no sentido Serra de Sintra
Bizú – a Praia do Guincho é quase inexistente na maré alta.
Extensão da linha da praia – 1km.
Serviços – Bar do Guincho com restaurante e cadeiras em madeira rústica instaladas ao longo da praia.
Praia do Abano
Um pouco afastada, oferece mais tranquilidade com faixa de areia protegida por falésias, é uma continuação da Praia do Guincho, porém menos frequentada por ter um acesso mais difícil, fortes ondas e ventos.
Atividade – surf ekitesurf
Extensão da linha da praia – 100m.
Segurança – Praia vigiada durante alta temporada
Serviços – Posto médico
Carro – Estrada do Guincho N247, virar à esquerda após passagem da ponte; ou estrada da Malveira da Serra, virar à direita antes da passagem da ponte
Ônibus (autocarro) – vai até a Praia do Guincho e o restante do percurso é a pé por areia e escadas.
Praia da Conceição / Duquesa
As duas praias estão interligadas, na Praia da Conceição está a capelinha de Nossa Senhora da Conceição, praia com águas calmas ideal para stand up paddle e tem boa estrutura junto ao Bar da Praia com petiscos e bebidas. A Praia da Conceição está entre o Chalet Faial e a Capela, a faixa de areia não é extensa e na maré baixa fica incomunicável com a Praia da Duquesa.
Localização – Rua Frederico Arouca, próxima da Estação Ferroviária.
Extensão da linha da praia – 1,11km.
Acesso – escadas e rampas por areia.
Segurança – praia vigiada na alta temporada
Serviços – posto médico/primeiros socorros, cadeira anfíbia para pessoas com mobilidade condicionada, restaurante e bar. Existe também restaurantes, bares e esplanadas ao longo do paredão.
Como chegar
Carro – não é necessário deslocamento em carro, o acesso pode ser feito a pé.
Trem ou ônibus – sair da estação de Cascais e fazer o percurso a pé.
Praia da duquesa
Situa-se no centro da Vila de Cascais, sendo limitada na nascente pelo “Chalet Palmela” e ao poente pelo “Chalet Faial”.
Dispõe de bons acessos, entre os quais o paredão (passeio marítimo), onde estão localizados os restaurantes, os bares e as esplanadas. Local de muitas gaivotas.
A Praia da Duquesa recebeu esse nome devido ao Palacete dos Duques de Palmela.
Localização – Alameda da Duquesa de Palmela.
Atividades – barcos, barcos a pedal, ski aquático, mergulho
Extensão da linha da praia –170m
Segurança – praia vigiada na alta temporada
Serviços – posto médico/primeiros socorros, restaurante, bar, esportes náuticos, aluguel de barcos de turismo, ski aquático, escola de mergulho.
Como chegar
Carro – não é necessário deslocamento em carro, o acesso pode ser feito a pé.
Trem ou ônibus – sair da estação de Cascais e faze o percurso a pé.
Praia os Carcavelos
Praia com boa faixa de areia, bastante badalada, muita gente, música alta e estrutura de bar e bebidas, aqui se acomodam os portugueses nos dias quentes de verão. É a primeira praia no sentido Lisboa x Cascais, está entre o Forte de São Julião da Barra e a Ponta de Rana, perto de Lisboa. Tem uma área para pedestre onde estão os restaurantes.
Localização – Av. Marginal Carcavelos, nos limites da cidade.
Atividades – surf, windsurf
Extensão da linha da praia – 1,25km
Segurança – praia vigiada durante alta temporada.
Serviços – posto médico/primeiros socorros, restaurante, bar, escola de windsurfe, bodyboard, campeonatos de futebol e vôlei de praia.
Como chegar
Carro – pela EN6 – Estrada Marginal – ou pelo interior de Carcavelos. Estacionar em local apropriado e fazer o percurso a pé até à praia.
Trem (comboio) – sair na estação de Carcavelos e fazer o percurso a pé com acesso por rampas e escadas.
Praia da Rainha
Esta praia é o cartão postal de Cascais, com águas calmas e pequena faixa de areia branca, está entre rochedos. Deve seu nome à Rainha D. Amélia que frequentava essa praia para banhar-se durante o período de verão quando a Família Real se estabelecia em Cascais. Por se tratar de uma praia de pequenas proporções e urbana vai estar sempre lotada na primavera e verão.
Localização – Largo da Praia da Rainha, centro de Cascais.
Extensão da linha da praia – 500m
Segurança – praia vigiada durante alta temporada
Serviços – bares, cafeterias, lanchonetes e lojas.
Como chegar
A praia está no Centro Histórico de Cascais, acesso a pé.
Boca do Inferno

Uma das atrações de Cascais é a Boca do Inferno na praia de Santa Marta, trata-se de uma caverna rochosa a céu aberto que pode ser vista pelo miradouro onde também é possível observar o mar batendo forte sobre as rochas, mais intensamente quando a maré está cheia.
Localização – Praia do Guincho em uma baía no centro da cidade.
Como chegar – caminhada de cerca de 10minutos do Farol Museu de Santa Marta ou 20 minutos do Centro Histórico.
Bizú – o melhor horário é ao entardecer, onde provavelmente acontece o pôr do sol mais bonito de Cascais.
Outras opções de praias
Piscina Oceânica Alberto Romano
O complexo foi construído a partir de um paredão às margens do mar que aproveitou o local para construir a piscina que fica ladeada por guarda-sóis e espreguiçadeiras. Um bom programa para turista e moradores em dias quentes.
Período – entre junho e setembro quando ocorre a alta temporada.
Praia da Cresmina ou Praia Pequena do Guincho
Vizinha à Praia do Guincho, sempre com menos público, está rodeada por falésias.
Praia da Ribeira, Praia dos Pescadores ou Praia do Peixe.
A praia da Ribeira é tradicionalmente uma praia de pescadores que dispõe de um cais para embarcações onde é descarregado o pescado que depois é comercializado. Está no centro da Vila de Cascais e deve o seu nome ao fato de ali desaguar a Ribeira das Vinhas.
Localização – Av. D. Carlos, centro da Vila de Cascais.
Banhos – baixa balneabilidade.
Estacionamento – pago e com tempo limitado
Praia de Santa Marta
Pequena faixa de areia onde está instalada a Marina de Cascais e desagua a Ribeira dos Mochos, local para observação do patrimônio arquitetônico e natural com formações calcáreas que sofreram ação erosiva do vento, chuva e mar. Está incluída no Parque Natural de Sintra-Cascais.
Localização – Av. Rei Humberto II de Itália
Serviços -Restaurante, bar
Como chegar
Carro – no centro de Cascais, estacionar o carro e fazer o percurso a pé até à praia.
Trem ou autocarro – sair na estação de Cascais e fazer o percurso a pé, depois por escada chegar até praia.
Pedalar pela ciclovia
As bicicletas podem ser alugadas no centro de Cascais em frente à estação de trem, geralmente são utilizadas para um passeio contornando a beira mar até a Praia do Guincho para assistir os surfistas. Também tem um local de locação perto da Casa da Guia, pela ciclovia são 7km. até a Praia do Guincho, 1,99€ a hora ou 3,90€ o dia todo. Outro local para locação de bicicletas é a Mobi Cascais, 2€ a hora.
CENTRO HISTÓRICO
É muito fácil caminhar pelo centro histórico e percorrer as ruas charmosas, floridas, cheias de lojas de souvenires, restaurantes, cafés e muita música na alta temporada. Os locais mais procurados são:
Passeio Dom Luís I;
Rua Frederico Arouca (antiga Rua Direita);
Largo de Camões;
Alameda dos Combatentes da Grande Guerra;
Avenida Valbom;
Bairro dos Museus
Para quem gosta e tem tempo, são mais de 10 museus, o ticket custa 13€, válido para todos eles, além dos museus estão alguns palacetes que pertenceram a aristocracia portuguesa.
Praça 5 de Outubro
Nela estão instalados imponentes prédios como a Câmara Municipal da Vila e o Palácio dos Condes de Guarda. Na praça está instalada a estátua de D. Pedro I (aquele da história trágica com Inês de Castro). Esta praça é o ponto de partida para um tour pelos principais pontos turísticos.
Localização – em frente à Praia do Porto na Baía de Cascais.
Câmara Municipal da Vila – Palácio dos Condes da Guarda
Prédio com arquitetura do séc. XVIII, sem dúvida um dos mais belos do Centro Histórico, sofreu várias alterações, a última para o funcionamento da Câmara Municipal que manteve os painéis de azulejos no seu exterior e interior que provavelmente foram elaborados na Real Fábrica de Louça do Rato em 1790.
o térreo está o Museu da Vila.
Localização – Praça 5 de Outubro, 1
Museu da Vila
Sob a “viva voz” de D. Carlos o visitante é recebido para percorrer um acervo que vai desde a pré-história até um conjunto de fotos de 1.900. O percurso mostra o trajeto dessa antiga praia de pescadores até a atualidade, oferecendo opções de multimídia.
Localização – Praça 5 de Outubro, 1, térreo da Câmara Municipal da Vila.
Horário – terça a domingo das 10h. às 18h.
Investimento – grátis
Mercado da Vila de Cascais
Ativo desde 1952, até hoje atende a população e é um importante local para visita turística. Aqui são encontrados produtos regionais, tudo muito fresco vindos do mar ou da terra como frutas, legumes e flores, gastronomia regional, lojas de artesanato. Aos sábados acontece a feirinha saloia com produtos regionais e temáticos.
Localização – centro de Cascais, cerca de 500m. da Praça 5 de Outubro.
Horário – aberto todos os dias, das 8h. até 0h., finais de semana até às 2h., só fecha no Natal.
Parque Marechal Carmona
O local é utilizado como área de lazer desde a primeira metade do séc.XVI, a grande área verde é a junção dos jardins do Palácio Condes Castro Guimarães com a propriedade do Visconde da Gandarinha, pertenceu a Misericórdia de Cascais Carmelitas Descalças, passando por vários donos até ser adquirido pelo Visconde da Gandarinha que transformou o espaço em um parque romântico. O espaço é agradável, jardins tranquilo com árvores frondosas e para quem estiver com crianças pode aproveitar o parque infantil, mini zoológico e organizar um piquenique.
Localização – Praceta Domingos D’Avilez/Av. da República, à partir do centro de Cascais, 10 minutos de caminhada.
Horário – segunda a domingo das 8h.30 às 18h.
Bizu – aos sábados o parque recebe o Mercado Biológico de Cascais com venda de frutas, verduras, compotas, pães, biscoitos e bolos regionais.
Palácio Museu do Condes de Castro Guimarães
Palacete construído entre 1897 e 1900 pelo aristocrata irlandês Jorge O’Neill, o espaço era conhecido como Torre de S. Sebastião porque ali está a ermida de São Sebastião (1594). O palacete e todo seu conteúdo foi doado por Manuel Inácio de Castro Guimarães (1858-1927), que recebeu de D. Manuel II o título de Conde de Castro Guimarães. Em seu acervo estão pinturas de autores portugueses e estrangeiros, esculturas, joias personalizadas, louças chinesas, biblioteca e peças originais do mobiliário.
Localização – Enseada de Santa Marta, integrado ao Parque Marechal Carmona.
Horário – de terça a domingo das 10h. às 13h. e das 14h. às 17h.
Investimento – 3€
Farol Museu de Santa Marta
Após ser reaberto em 2007 o local além da atividade de sinalização costeira monitorado pela Direção de Faróis da Marinha tem espaço destinado a cultura, lazer, visita a antiga residência do faroleiro, plataforma das baterias de onde são feitas as melhores fotos e acervo de documentação do farol. A estrutura em alvenaria tem 20m. de altura e é revestida de azulejos brancos e azuis.
Localização – 30m. do Palácio Museu do Conde de Castro Guimarães e Parque Marechal Carmona.
Horário – terça a sexta das 10h. às 17h., sábado e domingo das 10h. às 13h. e das 14h. às 17h.
Horário da Torre – quarta a sexta das 11h. às 12h.
Investimento – 3€
Casa de Santa Maria
Projeto de Raul Lino em 1902, sob encomenda de Jorge O’Neill, aristocrata e financeiro de ascendência irlandesa. Durante cem anos foi residência privada, tendo sido objeto de duas ampliações. Conheceu três proprietários: Maria Teresa O`Neil e D. António Avillez, em 1918-20; José Lino, irmão de Raul Lino; e em 1934, Manuel Ribeiro de Espirito Santo Silva, sua descendência se manteve por 70 anos recebendo a Grã-duquesa Carlota de Luxemburgo e a sua família, os Condes de Barcelona, o Rei Humberto II de Itália, os Duques de Windsor, entre outras. Em 2004 foi adquirida pela Câmara Municipal de Cascais.
Localização – enseada de Santa Marta, junto ao Farol de Santa Marta
Horário – terça a domingo das 10h. às 18h.
Investimento – 5€ inclui o Farol Museu de Sta. Marta.
Cidadela de Cascais ou Fortaleza de Nossa Senhora da Luz
A fortaleza foi edificada no séc. XV com a finalidade de proteger a costa contra ataques de piratas mouros e no ano de 1870 foi usada como casa de verão pelos reis de Portugal. Hoje em dia ela também é usada como residência de veraneio do Presidente da República Portuguesa. O espaço fortificado abriga o Forte de Nossa Senhora da Luz de Cascais, o Palácio da Cidadela de Cascais e a Torre de Santo António de Cascais. Aqui está instalado o luxuoso hotel Pestana Cidadela Cascais, Art District e o Museu da Presidência.
Palácio de Cascais
Em 1870, quando a Cidadela já não tinha importância de defesa D. Luís (1861-1889), adaptou o local para residência de férias e a família vinha para Cascais nos meses de setembro e outubro, tornando o local atrativo para o meio intelectual e literário (Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão). Com a proclamação da República, em 1910, o Palácio passou a depender da Presidência, tendo sido utilizado por diversos Chefes de Estado, porém sem manutenção ficou sem condições de utilização, sua reabilitação foi à partir de 2004, passando ser residência de verão do Presidente da República e espaço cultural com programação regular de visitas guiadas e exposições temporárias e iniciativas como conferências, seminários e lançamentos de livros. Após 50 anos desativado o Palácio da Cidadela de Cascais abriu ao público em 2011.
Localização – Cidadela de Cascais, Av. D. Carlos I
Horário – terça a domingo das 10h. às 18h.
Visitas monitoradas ao Palácio – quarta a domingo às 11h.30, 14h.30 e 16h.
Investimento – 4€
Museu Casa das Histórias Paula Rego
Pintora portuguesa (26/01/1935), foi condecorada pelo Governo Português e pela Rainha Isabel II. O museu possui um acervo permanente sobre a vida e obra da pintora, com exposições permanentes e temporárias em uma área de 7209m2., além de atividades educativas, auditório com 200 lugares. O interior de tom neutro é pavimentado com mármore azulino de Cascais. Loja de souvenir, cafeteria, jardim e árvores pré-existentes no local.
Localização – Avenida da República, 300
Horário – terça a domingo das 10h. às 13h. e das 14h. às 18h.
Investimento – 5€
Centro Cultural de Cascais
O local foi o antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade, ocupado pela Ordem das Carmelitas Descalças e após extinção da ordem religiosa o convento ficou em ruína. Passou por vários donos antes de ser restaurado. Alberga uma coleção permanente da Fundação D. Luís I, também pode acontecer algum espetáculo durante alta temporada.
Localização – Rua Rei Humberto II de Itália, Centro Histórico
Horário – terça a domingo das 10h. às 18h.
Investimento – 5€, gratuito no 1º. domingo de cada mês.
Bizu – não deixe de aproveitar a cafeteria no pátio interior
Museu do Mar Rei D. Carlos (Sporting Club de Cascais)
O Museu homenageou D. Carlos por ser ele um amante do mar, incentivador e divulgador nacional e internacional do território de Cascais. O local está em constante atualização de estudos da biodiversidade e dos problemas ambientais, as salas da exposição permanente estão se adaptando a novas soluções de modernização.
Localização – Rua Júlio Pereira de Mello
Horário – terça a domingo das 10h. às 18h.
Investimento – 3€
Casa da Guia
Instalada em um prédio do séc. XIX, sobre uma enorme falésia e cercada por jardins O exterior oferece cafés, restaurantes, confeitaria, terraços anfiteatro e uma vista e pôr do sol imperdível.
Como chegar – caminhando, carro, ônibus ou bicicleta através da ciclovia que vai da Marina Museu Condes Castro Guimarães, até a Boca do Inferno-Guincho.
Localização – Avenida Nossa Senhora do Cabo, 101
Horário – todos os dias das 10h. às 2h.
Marégrafo de Cascais
O marégrafo é do séc. XIX, um dos primeiros observatórios de estudo das correntes e marés da Europa, está em funcionamento desde 1877.
Localização – Passeio Maria Pia de Sabóia
Horário – as visitas às terças e quintas devem ser agendadas. 214 815 955 | museumar@cm-cascais.pt
Investimento – gratuito
Gastronomia
Entre os pratos mais tradicionais, estão as entradas com sopas e caldos, nos pratos principais o foco são os peixes, frutos do mar e na sobremesa os doces, bolos e bolinhos, de origem conventual e popular. Tudo bem acompanhado de vinho.
Taberna da Praça (Hotel Pestana) – $$$
Localização – Rua D. Carlos I, dentro da Cidadela
Horário – todos os dias das 12h. às 22h.30
Investimento – valor médio, 30€ por pessoa
Duche Bar – $$
Localização – Praia da Conceição
Especialidade – espetada de frutos do mar, acompanha salada e batata frita
Investimento – valor médio, refeição completa 20€
Somos um regalo – $
Localização – Av. Vasco da Gama, 36
Especialidade – frango com fritas, salada, arroz
Taberna Económica de Cascais $$
Localização – Rua Sebastião José de Carvalho e Melo, 35
Especialidade – sardinha na brasa, pastéis de bacalhau., arroz de polvo
Investimento – valor médio, 9€
100 Montaditos $
Localização – Largo da Estação, 8
Especialidade – petiscos, saladas, lanches.
Restaurante D. Pedro I – $
Localização – Beco dos Inválidos, 32
Especialidade – comida típica portuguesa, peixes, mariscos, carnes.
Compras
Cascais Shopping – marcas destacadas de Portugal e Europa, restaurantes, fast food.
Localização – Estrada Nacional, número 9, em Alcabideche.
NOITE
Blue Bar Baia
Ambiente descontraído, cocktails variados, local festivo, poit para quem quer curtir o visual.
Bar do Guincho
Um clássico, referência espalhada pelo mundo, quiosques na orla com mesas e cadeiras, pode ter fila de espera.
Palm Tree International
Estilo pub tradicional com excelente gastronomia.
Discoteca Jézebel
Para quem gosta de agito e muita diversão, melhor no inverno.
Discoteca do Tamariz
É a pedida para as noites de verão.

Santuário de Fátima




Casa Museu de Aljustrel
Capela de São Estevão e Calvário Húngaro

Erguido entre 1.906 e 1.909, no local da antiga capela de São Sebastião. Tem uma grande torre arrematada por ameias, terminando em formato piramidal revestido por azulejos, esta ladeada por quatro guaritas. No seu interior, no andar superior está um magnifico claustro om varandas em estilo neo-manuelino e renascentista.
Possui trilhas para caminhadas entre diversas espécies de árvores que vai até o portão de acesso ao átrio do Palácio Valenças.
Construído na segunda metade do séc. XIX, pelo comerciante lisboeta António Ferreira dos Anjos, atendendo ao estilo romântico da época. A partir de 1939 foi adaptado para biblioteca e arquivo histórico, atualmente na Sala da Nau se reúne a Assembleia Municipal.





Os monumentos encontrados na Serra de Sintra são datados entre 1904 e 1910 no final do período da monarquia. Ela foi adquirida por “Monteiro dos Milhões”, António Augusto de Carvalho (1848-1920), que incluiu elementos com arquitetura em traçados mistos: românica, gótica, renascentista e manuelina no palacete e capela, conta também com jardins, pontes, grutas, lagos. Historicamente o local ficou conhecido por seu Poço Iniciático com seus túneis subterrâneos que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-Cruz.
Fortificação erguida pelos mouros norte africanos no séc. IX para guardar a cidade de Sintra foi abandonado depois da conquista cristã liderada pelo Rei Afonso IV em 1093, o castelo foi recuperado na primeira cruzada cristã, mas na segunda cruzada cristã quando foi ocupado por por bêbados e ladrões depredaram o local. No séc. XV foi habitado por colonos judeus que foram logo expulsos. Em 1.636 a torre central foi destruída por um relâmpago seguido de incêndio e em 1.755 um tremor abalou as muralhas, ainda restam trechos de muralhas e ruinas que dão vistas para o mar. O Rei Fernando II ordenou a reconstrução do castelo. O acesso a Torre Real é feito por uma escadaria de 500 degraus. Estão guardadas ossadas exumadas durante as obras e a igreja de quando D. Afonso Henriques já era rei de Portugal.








Ônibus – sai em frente ao Aeroporto do Recife, pelo terminal de desembarque A4, seguindo pela porta que fica perto do escritório de informações turísticas, o ponto de ônibus fica antes do estacionamento.


Aqui diferentemente, bem no começo da praia e próximo a Muro Alto o mar é tranquilo e bem propício para crianças, são 4km. de praia e o uso do snorkel é especial, são muitos peixes e poucas pessoas disputando espaço.
Uma das mais famosas da região por ter águas mornas e cristalinas em mar aberto, excelente para passar o dia, no entanto na maré baixa forma extensa piscinas naturais. Você só vai se sentir um pouco incomodado com o excesso de vendedores ambulantes. Não é a praia mais bonita, mas sem dúvida a que oferece melhor infraestrutura porque ali estão instalados os melhores resorts do Brasil. Recebe o nome de Muro Alto com referência aos paredões de arrecifes que se estende pela praia.
Já é um município da região metropolitana do Recife e há quem diga que esse local foi visto por um navegador espanhol mesmo antes da chegada de Pedro Alvares Cabral. Possui 9 praias no mesmo padrão de suas irmãs mais ao sul, águas mornas e claras. A praia mais famosa é a de Calhetas, mas os surfistas gostam muito da Praia do Paiva. Sugestão é fazer uma navegação com catamarã ou buggy com roteiro: banho de argila, Praias de Suape, Paraiso do Francês, Ilha da Cocaia, Calhetas, mirantes e a histórica Vila de Nazaré.
Local de encontro entre o rio e o mar, o acesso é feito caminhando ou de buggy, então vai ser sempre uma praia mais tranquila.
Começou seu trabalho em 1998 monitorando 12km. de praias da região. Entrando
No calçadão tem de tudo: sorvete, hambúrguer, pizza, crepe, pastel, lanchonetes e bons restaurantes com ou sem música ao vivo.



COMO CHEGAR
Ônibus – Auto Viação Cruzeiro sai da rodoviária da cidade do Recife em vários horários, mas o site não informa. O percurso leva de 2 a 3h., dependendo das paradas, o valor R$18,00. Ônibus não é a melhor opção para quem vai fazer um bate-volta no mesmo dia, eles param em Tamandaré e depois é necessário tomar um Uber até a Praia dos Carneiros. 



Estão à venda nas agências de turismo e praias, o passeio leva em média de 2 a 3h., inclui paradas nas piscinas naturais, um recife, um banco de areia, banho de argila, petiscos e bebidas são cobrados à parte. No catamarã vão muitas pessoas o que acaba atrapalhando o passeio, principalmente se anexarmos a isso a música absurdamente alta. A ordem das paradas vai depender da maré e o catamarã não chega perto dos mangues do Rio Formoso.



Igreja Velha de São Pedro
Construída no séc. XIX em estilo barroco, tombada como Patrimônio Histórico, mas não está conservada. No centro da parte superior da fachada há um brasão que representa um serrote, um cajado, um compasso e uma régua. 
Maragogi é uma cidade turística na costa do Oceano Atlântico, no leste do Brasil, faz parte da Costa dos Corais com 22km. de praias. É conhecida pelos suas praias e recifes de corais ao largo da costa e bancos de areia que formam piscinas naturais com peixes coloridos que são observados durante a maré baixa.




Mar calmo com poucas ondas, areia um pouco grossa e clara, pequena inclinação, coqueiros e arrecifes observados na maré baixa.
Ele existe, mas….. em toda sua amplitude só na maré baixa, portanto organize sua visita de acordo com a Tábua das Marés, que deve estar entre 0,1 a 0,2 quando é possível caminhar até 1km. pelo banco de areia que surge dividindo o mar, programe-se para voltar antes da maré subir. Quando a maré favorece, os barcos com bebidas e músicas ficam esperando os turistas desembarcarem dos catamarãs e lanchas. Quando a maré sobe é um boa praia para passar o dia, com estrutura de bares e restaurantes.







Bizu
Tivemos sorte, apareceram alguns e como a água do rio é escura só conseguimos observar melhor quando eles retiravam a cabeça para respirar. Alguns tem nomes e o guia conhece a todos.
Fica em Porto de Pedras, no trecho da Rota Ecológica de Alagoas. Se quiser passar um dia tranquilo a receita é Patacho, com uma extensa praia na maré baixa, excelente para relaxar, aqui a maioria dos frequentadores são moradores e poucos turistas. Estacionamento em frente a praia, chuveiro e banheiro.
Bizu – depois da visita ao Peixe-Boi, fomos até a Praia do Patacho e ficamos ali por toda a manhã, na praia apenas alguns vendedores de bebidas, se quiser comer alguma coisa eles providenciam em algum local perto da praia, demora um pouco, mas….. chega. Depois de explicações confusas de como chegar a algum restaurante chegamos no Restaurante Sonhos do Patacho (veja mais abaixo).
Bizu – Casa da Dona Marlene – peça ao bugueiro para parar neste local, aqui são produzidos artesanalmente biscoitinho (bolo de goma). A visita é gratuita.

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Um local para o café da manhã, fica muito perto ao ponto de embarque das lanchas que fazem o passeio para as piscinas naturais.
Atendimento do Darlam extremamente cordial. Flat com geladeira, fogão, ar condicionado no quarto de casal e ventilador no de solteiro. Sala com tv, sofá, mesa e cadeiras, varanda com varal. Localização excelente, fica em frente ao Caminho de Moisés.







Em 1537 ela era apenas uma capela construída em taipa a mando do donatário Duarte Coelho, foi ampliada e acabou destruída pelo incêndio provocado pelos holandeses da Companhia das Índias Ocidentais em 1630, o estilo dominante era o maneirista, sofreu várias intervenções com inclusões do barroco, neogótico e neoclássico sendo que em 1970 foi a restaurada no estilo maneirista do séc. XVI. Seu Interior é composto por três naves em estilo inspirado no santuário de Nossa Senhora da Conceição em Viçosa, Portugal. Guarda o túmulo de Dom Hélder Câmara. Uma das melhores vistas de Olinda.


Observar os casarios coloridos que caracterizam essa rua, ótimo para fotos.
Suas construções oscilam entre os séculos XVII e XVIII, representando uma edificação do Brasil colonial com pisos em tijolo e dois alpendres com pilastras. Ponto turístico para que gosta de pintura, escultura e artesanato.
Mansão do século XIX, toda restaurada, excelente localização, camas confortáveis. Os quartos têm TV com tela plana e frigobar. Os de categoria mais alta têm vista para o jardim ou para a cidade, teto com revestimento de madeira. As suítes oferecem sacada privativa e/ou banheira de hidromassagem. Serviço de quarto disponível. Inclui excelente café da manhã.
Uma típica bodega à moda antiga, cachaça, cerveja, salgados de boteco, petiscos e lanches frios.
Estação Quatro Cantos ($$)
O friozinho durante o ano todo faz parte do cotidiano de Monte Verde, na Serra da Mantiqueira, lugar para casais com hospedagens que oferecem quartos com banheira e lareira, mas não é só isso, o lugar também é muito agradável para grupo de amigos e família. Além do destino romântico o distrito oferece atividades de ecoturismo, aventura, boa gastronomia e compras. Parece que se tornou um padrão o cão de estimação participar com seus donos dias de lazer em Monte Verde, de cada 10 turistas, 9 estão com seus cães.

As trilhas somente são permitidas acompanhadas de guias, Jeep 4×4 e o valor não é barato, cerca de R$150,00 a R$600,00, para uma família fica bem caro. Não foi uma decisão confortável para o turista, Monte Verde tem poucas opções de trilhas e com esse preço o turista não tem como aproveitar, o desagrado foi geral. Algumas trilhas é possível fazer uma parte com carro, mas a estrada é de terra, estreita e pouca sinalização. A impressão que o turista tem é de que o fato das estradas de terra nem sempre em boas condições e a falta de sinalização faz com que seja necessário contratar um guia com veículo 4×4 para chegar até as atrações.


Tour Fritz Cervejaria Artesanal
Sabonetes, essências, velas, sais de banho, óleos aromáticos,






O local foi construído em 1940 para comemorar 800 anos da Independência de Portugal e também os 300 anos da Restauração da Independência. Uma ótima opção para fazer uma pausa para descansar e observar a beleza da praça, brasões atribuídos aos navegadores, armas das cidades, os arquipélagos e também as ex-colônias.
Se há uma grande história ela está no monumental Mosteiro dos Jerónimos, fundado no século XVI pelo rei de Portugal D. Manuel I, mas demorou quase um século para ser concluído em estilo manuelino, todo esculpido a mão cada uma das colunas, arcos e torres são diferentes.
Foi justamente nessa igreja, em sua versão menor que Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral assistiram a missa antes de partir em viagem histórica para as Índias e Brasil.
Uma homenagem aos antigos navegadores simula a proa de uma caravela com ícones daquela época. Celebra as conquistas de navegadores que partiram desse local para conquistar novas terras para a coroa Portuguesa apoiados pelos reis de Portugal.
Local de observação da chegada dos navios que vinham com riquezas colhidas no Novo Mundo entrando pelo Rio Tejo, também tinha como função ajudar na defesa do território monitorando todo o movimento no Rio Tejo. A construção com influência islâmica e oriental caracterizada pelo estilo manuelino teve início em 1.514 e terminou em 1.520. Seu exterior mostra decoração com cordas e nós esculpidas em pedra, galerias abertas, torres de vigia e ameias em forma de escudos decoradas com esferas, a cruz da Ordem de Cristo e elementos naturalistas, como um rinoceronte, alusivos às navegações. Abaixo do terraço existia uma prisão e local de guarda de armas. O interior mostra a Sala do Governador, Sala dos Reis, Sala de Audiências e Capela. Acima está a torre, baluarte, guaritas, cúpulas em cantaria de pedra. Melhor parte é a vista do alto do terraço para o Rio Tejo e Bairro de Belém.
A venda dos doces começou em uma refinaria de açúcar junto ao Mosteiro dos Jerónimos no séc. XIX, com o sucesso da empreitada surge a Antiga Confeitaria de Belém, hoje “Pastéis de Belém” que ostenta na fachada uma placa com a data de 1.837 e desde essa data a receita oriunda do Mosteiro não mudou e é guardada a sete chaves. Os monges em uma tentativa de subsistência põem a venda doces feitos com as gemas dos ovos, durante Revolução Liberal o mosteiro fechou e o pasteleiro do convento decidiu vender a receita ao empresário Domingos Rafael Alves vindo do Brasil e até hoje a receita pertence aos seus descendentes que fabricam a base do pastel na “Oficina do Segredo”. O Pastel de Belém tem o nome registrado e outros similares recebem o nome de Pastel de Nata (aliás o Pastel de nata é um dos pratos típicos de Portugal mais famosos no mundo). O local abriga 400 lugares, mas nos finais de semana tem fila de espera e chegam a vender 20mil pastéis por dia.

O museu foi idealizado como uma cidade aberta com ruas, praças, pontes, jardins, bares e restaurantes. Este Complexo cultural que não deve ser esquecido para quem aprecia arte, inclua o Museu Coleção Berardo. Pelo site veja a programação cultural.
Construção futurista toda em metal com forma de escamas cujo formato lembra uma duna sobre o rio, passou a ser um dos cartões postais não só de Belém como de toda Lisboa, contrasta com o conjunto arquitetônico da região de Belém.
Construído em 1559 residência oficial do Presidente de Portugal desde 1910. São duas alas abertas ao público: o térreo onde se encontram os aposentos privados e o andar nobre onde aconteciam as recepções de gala. O palácio foi pensado por D. José I para que fosse feito em madeira com proteção contra os terremotos, mas foi destruído por um incêndio em 1794, no ano seguinte D. João IV ordenou a reconstrução que nunca chegou a ser terminada em sua totalidade.

Eléctricos (bondes) – são 6 linhas que cruzam a cidade, além do transporte é uma atração turística. Não deixe de experimentar a Linha 28 que sai do Campo de Ourique passa pelo Chiado, Baixa, Alfama até Martim Moniz; Linha 24 sai de Campolide passa por Príncipe Real, Bairro Alto, Chiado, terminando na Praça Luiz de Camões; Linha 15 vai da Praça do Comércio até Belém. Apesar da rota turística, nem todos são antigos. O bilhete é comprado no interior do bonde e custa €3.
Ônibus turístico – para quem quiser ter uma visão geral o ônibus panorâmico tem 2 andares, faz três rotas e você pode subir e descer em cada uma delas. Bilhete custa R$115,00 (adulto), R$57,90 (4 a 10 anos), com validade de 24h. Somente recomendo para quem realmente tem uma passagem rápida por Lisboa.




A Alfama é um lugar para se perder entre suas ruelas e becos, com arquitetura antiga e varais nas janelas cheios de roupas coloridas. Suas ruas estreitas são herança do domínio mouro na Península Ibérica entre os séculos VIII ao XI. A Alfama é o berço do fado.









BARREIRINHAS

Dica – procure sentar-se no primeiro banco, o último é o que mais sacoleja.





Dica – no passeio privativo escolhemos o cardápio, fomos tomar banho de rio, depois seguimos até o mar, tomar banho e caminhar na praia, tivemos um tempo maior do que o passeio tradicional. Na volta nosso guia nos levou para um circuito alternativo dentro de uma área de aguapés.



















Localização – Estado do Tocantins (latitude 12º01’30” sul e a uma longitude 48º32’21” oeste)
Como chegar
Considerado um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo com mais de 360 ilhas, quase todas desabitadas, algumas habitadas de forma irregular. O passeio pelo arquipélago em pequeno barco vai custar cerca de R$450,00, para percorrer ilhotas e praias. Neste pacote está incluído o almoço que o piloto leva pronto para servir em uma das ilhas. Você pode escolher uma das ilhas para descer e dar um mergulho e leve snorkel para observar alguns peixes, com sorte vai ver algum boto.


Excelente atendimento, proprietária (Celita), muito simpática e deu várias informações. A massa da pizza poderia ter ficado um pouco mais no forno, mas a cobertura estava ótima. Pizza média meio quatro queijos, meio portuguesa, cerveja gelada.
BAR E RESTAURANTE BEIRA RIO














6 corvinas, todas com isca viva









Capela de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos ou Capela do Padre Faria tem um exterior simples feito em alvenaria seca, portas em cantaria que contrasta com o interior ricamente decorado com pinturas e talha dourada em estilo barroco da fase Joanina. No forro está representada a coroação da Virgem pelos anjos e nos quatro painéis laterais cenas capitais da vida de Maria: Visitação, Anunciação, Adoração do pastores e Fuga para o Egito
Construção de 1.770, estilo rococó, projeto de Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho, a escadaria de acesso a fachada apresenta anjos barrocos e possível interferência de Aleijadinho do projeto final. O altar mor tem desenho de Mestre Ataíde. É a única igreja de Ouro Preto decorada com azulejos portugueses. No prédio anexo funciona a sede do Museu do Oratório.
Fundado em 1770 é o mais antigo da América Latina que ainda está em funcionamento,a acústica é perfeita. A fachada não impressiona, mas dentro seu interior remete aos glamurosos tempos do império quando o Brasil era colônia de Portugal. São três andares, com 300 lugares divididos entre plateia, frisas, galerias e camarotes.
Casa onde morou Aleijadinho
Antiga Capela Imperial construção de 1753 a 1811 (58 anos), o projeto da 



As viagens são feitas por uma locomotiva a diesel G8 (A Maria Fumaça pode estar em manutenção).
Nada excepcional, comida simples servida em buffet que a meu ver poderia até ser mais barata pelas opções que são apresentadas. O restaurante é bem localizado, a 200m. da Igreja N. Sra. do Pilar, o atendimento é impessoal.

Foi capital por quase 70 anos perdendo o posto para Belo Horizonte.
Instalado em 1894, homenagem Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes, o alferes na Inconfidência Mineira, ali a cabeça de Tiradentes ficou exposta.
Talhado em pedra-sabão, tem a mesma idade do Museu, foi inaugurado no aniversário de D. Pedro II. Placa: “Inaugurado em 2 de dezembro de 1846, 21º Aniversário de S. M. o Sr. Dom Pedro II, por ordem do Presidente da Província Quintiliano José da Silva”.
Eleita uma das 7 maravilhas de origem portuguesa no mundo.
O melhor lugar para comprar produtos típicos, além de observar artesãos esculpindo a pedra no local.
Atualmente funciona como Centro de Atendimento ao Turista e Secretaria do Turismo, instalações abertas a visitação.
Também conhecida como Rua Direita é a rua de maior referência em Ouro Preto, local de partida para os pontos históricos da cidade e concentração de casarões coloniais onde estão instalados restaurantes, cafés, bares, lanchonetes, lojas de souvenires. Está sempre repleta de turistas subindo e descendo sua ladeira.
Mina do Chico Rei, o local foi escavado artesanalmente, com 80 km2 de divisão, distribuídos em cinco andares. Possui uma galeria de 11.500 metros e está iluminada em toda sua extensão até o Salão de Cristais. A mina, que está sendo mapeada por estudantes de geologia, estende suas galerias até a Casa dos Contos e a Escola de Minas, antigo palácio do Governador.
A Mina da Passagem talvez a maior mina do mundo aberta à visitação, mostra quando entre os séculos XVIII e XX, era intensa a busca de metais e pedras preciosas. A visita à Mina da Passagem se difere das demais por ser uma mina industrial. O túnel de visitação é bem maior que as outras minas de Ouro Preto e a descida de 120 metros acontece em um antigo carrinho utilizado pelos mineradores. Divertido e até um pouco tenso.
Acredita-se que do interior da Mina da Passagem tenha sido retirado mais de 35 toneladas de ouro. Hoje o local vive apenas para o turismo, que inclui, além de visitas a pé, mergulhos no lago dentro dos túneis e cavernas. Durante o passeio, os guias explicam mais sobre o ciclo do ouro e como era funcionamento da mina.
Os pelourinhos de Minas Gerais foram extintos após o período do Império e o que se encontra em Mariana é o mais bem conservado de Minas Gerais. Foi demolido em 1870, guardado em um arquivo público e reconstruído em 1970. No topo está o brasão português com o símbolo da justiça: espada e balança.
O início da construção foi em 1783 e concluída por volta de 1826, a fachada exibe um escudo com três estrelas que representam santos da história carmelita: Santa Teresa D’Avila, São Simão Stock e o Profeta Elias. As duas torres laterais que parecem suspensas, pois não se alongam até o chão. A talha do sacrário tem a figura de um pelicano com filhotes, acreditava-se que esta ave tirava sua própria carne para alimentar os filhotes, assim a figura do pelicano é associada a ação do Cristo.
Teve início em 1768 e demorou 30 anos para ser concluída. A fachada é ampla e o acesso é em lances de escadas com parapeito e corrimão em pedra-sabão. Janelas curvas ladeiam a porta de entrada e são limitadas por pequena varanda em ferro detalhado. Encimando a porta de entrada está uma torre com um sino.

Passos da Paixão
Escravos praticantes do catolicismo construíram essa igreja no final de 1700 e início de 1800 de forma bastante simples para a época. A construção foi edificada com auxílio da Irmandade dos Homens Pretos, grupo de negros escravos e alforriados católicos que não podiam frequentar os mesmos cultos dos brancos e das minas de Chico Rei. Seu estilo é barroco puro, mantém junto ao sino um grande relógio de pedra, considerado um dos mais antigos de Ouro Preto. O salão principal mantém o mesmo formato e é circundado por seis altares. Trabalharam no projeto e execução diversos artistas, entre eles se destacam Manuel Francisco Lisboa (pai de Aleijadinho) e Francisco Xavier de Brito. No interior da igreja além do altar chama a atenção a imagem de um papa negro pintado no forro, junto a outros elemento da cultura afro.
Instalada em um casarão do século XIX, restaurado e preservado (mesmo com a inclusão do elevador). Apartamento com banheiro privativo, ar condicionado, frigobar, TV e cofre. Boa limpeza, atendimento prestativo com informações sobre passeios.
Releitura da culinária mineira em pratos como Tutu à Mineira, Rabada ao Vinho, Frango com Quiabo, Carne Seca com Purê de Abóbora. Cardápio internacional com carré de cordeiro, truta, bacalhau e ossobuco. Não é barato, mas é altamente recomendado.
Diário de bordo – decepcionante, após aguardar na fila de espera, demora de 40 minutos para servir um suco e demora também para trazer um cardápio, resolvemos pedir “canjiquinha com costelinha de porco” que por ser um prato tradicional deveria vir mais rápido, por várias vezes solicitamos ao garçom informações sobre nosso pedido: “aguardem 5 minutos”, “já vai sair”, “já está quase pronto”, depois de 1h.30 de espera (além dos 40 minutos do suco), levantamos e fomos embora.
Segundo João Pedro, um dos melhores açaís. Porções generosas, ambiente pequeno, acolhedor, decoração agradável.






A Reserva Nacional de Paracas é uma área de proteção ambiental, do ecossistema marinho e deserto para sua conservação e uso sustentável, as áreas naturais protegidas mostram os ecossistemas marinho-costeiros do Peru. Sua extensão abrange terra firme, grande parte do deserto de Paracas, ilhas e mar. Além da grande diversidade biológica ali protegida, também pode-se apreciar diversos sítios arqueológicos da cultura pré-inca Paracas que se assentou em grande parte da reserva. Paracas quer dizer “chuva de areia” em quéchua.


Local bastante simples, muito limpo, quarto com roupa de cama e banho bem limpa, chuveiro bom, não tinha ventilador, quando trouxeram era minúsculo, pedimos um maior e fomos atendidos. Como no site estava “centro” achamos que era junto a rua principal, mas para chegar ao local é necessário atravessar um trecho de terra, o que não nos incomodou. A administração é familiar, atendimento é bem gentil, providenciaram tours e táxi para o terminal rodoviário. O café da manhã é em local improvisado e muito, muito simples, precisamos passar em uma cafeteria para completar nosso café da manhã, esse item foi o que mais nos incomodou.
Ficamos aqui em nossa primeira viagem, por não achar seguro, na segunda vez ficamos em Paracas e indicamos.





As lendas de bruxas, feitiços e maldições também existem no Peru. cidade de Cachiche é uma aldeia onde, segundo a história, anos atrás, as bruxas das diferentes cidades de Ica costumavam se reunir para realizar seus rituais às terças e sextas feiras. Uma das bruxas mais famosas foi Julia Nazaria Hernández Pecho, ficou conhecida por ter curado a gagueira Fernando León de Vivero, que mais tarde se tornou presidente da Câmara dos Deputados. Para mostrar sua gratidão ele mandou erigir uma estátua em forma de mulher com as mãos estendidas tendo um livro em uma das mãos e uma coruja na outra, símbolo de sabedoria. Julia Nazaria morreu em 1987 aos 103 anos.
A palmeira Cachiche é também uma peça maldita do acervo de recursos deste povoado, pois segundo se diz, se esta árvore deixar crescer a sétima cabeça Ica desaparecera completamente, transformando toda esta área em uma imensa lagoa. Conta-se que a sétima cabeça desta palmeira tenta sair todos os anos, mas que os habitantes do local sempre a cortam ou queimam isso desde os anos oitenta, quando a tradição não se cumpriu houve um transbordamento do rio.






Tejas Rosalia em Ica

Como fomo fomos – partimos de Arequipa para Nazca, em ônibus da Cruz del Sur, compramos nossas passagens no Brasil via internet, os melhores ônibus circulam a noite, usamos o Suite Cruzeiro com apenas 3 poltronas por fileira, reclinam 160º., suporte de elevação para os pés, no embarque entregam um lanche básico com água, biscoito e chocolate, preço U$37,50 = S/135,00 por pessoa.




Este local não pode ser visto como “macabro”, trata-se da visão e entendimento da morte pela cultura Nazca, com a preservação dos corpos por mais de 1.200 anos, objetos pessoais e oferendas de rituais. O local deve ser visto como um ambiente de estudo de uma cultura que soube fazer o processo de mumificação de uma forma magnífica.
São 46 aquedutos construídos a cerca de 1.500 anos, sendo que 32 deles ainda permanecem em atividade junto aos fazendeiros locais. São estruturas construídas com pedras e madeira resistente a água retirada de uma árvore chamada Huarango, estão em declive e internamente se comunicam entre si, podendo levar água a grandes distâncias. Os canais subterrâneos foram projetados de forma sinuosa para diminuir a velocidade da água evitando a erosão, além disso ao longo desses canais foram feitos respiradores para que servissem de ponto de verificação e manutenção.


A Trilha Inca Clássica é considerada uma das 10 melhores do mundo, são 43km. em 4 dias. De todas as formas de se chegar a Machu Picchu esta é a mais emocionante e intensa, mas também a mais cara, já que é necessário ir com agência, guias experientes e porteadores. Pacote de 5 dias e 4 noites aproximadamente R$5.000,00 (dependendo do que a agência oferecer), por pessoa, sem aéreo, saco de dormir cobrado separado e se necessitar de porteador para levar a mochila também haverá um extra.

WAYLLABAMBA / WARMI WAÑUSQA
Pacasmayu
DOMINGO
ACAMPAMENTO PACAYSAYU / PASO DA MULHER MORTA
PASO DA MULHER MORTA / VALE DE PACASMAYO
Chegando ao acampamento já estava bastante frio, não havia chuveiro com água quente, apenas dois chuveiros com água que descia das montanhas….. resolvemos encarar… foi difícil, mas o resultado ótimo, nos sentimos bem melhor afinal no dia anterior não havia nem chuveiro frio. O almoço ficou pronto às 15h., depois do banho frio, a sopa engrossada com uma espécie de fubá e fumegante caiu muito bem, arroz, batata e um ensopado de carne, finalizando com um chá. Às 17h. o lanche: chá, pipoca, bolacha, massa frita e jantar às 19h., só tomei a sopa, era muita comida para um só dia. Mesmo com atraso eles fazem questão de servir todas as refeições previstas em contrato. No local não há venda de água, eles fervem alguns caldeirões e distribuem para o pessoal, acrescentei cloro, achei meio duvidoso, a água estava com um gosto muito ruim. Apesar do dia ter sido puxado estávamos em melhores condições do que no dia anterior, quando as mochilas nos deixaram com muita dor nas costas.

PHUYUPATAMARKA
ALOJAMENTO WIÑAYWAYANA
Visão incrível, um verdadeiro cartão postal, não parece real, o que se vê em fotos parece muito limitado quando se chega lá, tudo é muito grande, majestoso, parece que a cidade foi abandonada a pouco tempo. Aguardamos até que o sol nascesse por completo e inundasse toda a cidade.
Quando se chega à Porta do Sol, parece que já se viu tudo de Machu Picchu, mas quando o sol inunda o local, consegue ser mais fantástico, na sequência começamos a descer a trilha em fila indiana em direção a cidade. A chegada dos caminhantes precede a chegada do trem e ônibus que despejam muitos turistas, é necessário aproveitar esse tempo.

Em Águas Calientes subimos até as termas de águas vulcânicas com piscinas ao ar livre, até então não sabíamos se seria uma boa opção, a princípio não achamos, olhando da passarela água parecia turva, mas depois olhando melhor as piscinas era por causa da areia que fica depositada no fundo, alugamos toalhas (S/3,00 cada) e decidimos entrar (S/10,00 p/ pessoa). São 4 piscinas de água morna com temperaturas variáveis, que vão aumentando de uma para outra piscina, ficamos muito tempo, um descanso para as pernas depois de tantos dias andando. O atendimento no local é de pura gentileza. Tem até um simpático barzinho para aperitivos, mas como ficamos muito tempo na água não houve tempo para o aperitivo.
As lavanderias estavam fechadas, em uma tienda vi um cartaz que informava lavarem roupa, mas a dona percebendo minha necessidade nem pesou a roupa e disse que tinha 5kg., estaria pronta no dia seguinte cedo, S/25,00, o preço estava acima do normal, mas sem outra opção acabei concordando.
Para ir de Cusco a Machu Picchu são duas empresas que operam a mesma linha férrea em horários diferentes: Inca Rail e Peru Rail. Os trens terminam seu trajeto na estação de Ollantaytambo, de lá até Machu Picchu a opção é ônibus ou subir caminhando.

Catedral Basílica da Virgem de Assunção, foi construída entre 1560 e 1664 com blocos de pedras trazidas de Sacsayhuamán. Está dividida em três templos: a igreja de El Triunfo mais antiga (1.536), o templo da Sagrada Família (1723) e a Catedral Basílica de Cusco (1560).

A pedra dos 12 ângulos considerada Patrimônio Cultural da Nação do Peru, é um bloco de pedra da cultura inca que fazia parte de um palácio inca, agora da sede do Palácio Arquiepiscopal de Cusco, serviu como residência do Inca Roca que reinou aproximadamente de 1350 a 1380. Aparência almofadada seus 12 ângulos se encaixam de forma precisa e justa, é um ponto de atração em Cusco, sempre vai ter alguém vestido a caráter para posar com você em uma foto e cobrar alguma taxa.
Os adoradores deviam se apresentar descalços e levando algo nas costas em sinal de humildade. O Templo ocupava mais da metade da atual Igreja de Santo Domingo, dentro foram encontrados os corpos embalsamados dos filhos do Sol sobre cadeiras e mesas de ouro e muitas peças em ouro. Durante a ocupação espanhola ele foi quase que totalmente destruído, as peças em ouro foram enviadas ao Rei da Espanha como agradecimento por aprovar a expedição a América do Sul. A igreja de Santo Domingo foi construída sobre as ruínas do templo:







foto: 

O melhor deste hostal é sem dúvida a sua localização, em frente a Praça de Armas, com fácil acesso aos principais pontos turísticos da cidade. Wi-fi, TV, atendimento 24h. (durante o dia o atendimento é bom, o responsável pelo turno da noite sempre de mau humor), o café da manhã está incluído, mas é muito fraco, apesar da atendente ser bastante prestativa. O quarto é bom, cama confortável, idem para travesseiros, tem armário, banheiro a água demora um pouco para esquentar. Se precisar de serviço de lavanderia urgente a cargo do hostal, prepare-se… camiseta de malha S/6 (U$1,67), bermuda tactel S/9 (U$2,50). Se você for fazer tour bem cedo é só avisar que eles preparam um lanche para levar.





O Lago Titicaca foi de grande importância para os Incas, diz a lenda que foi das águas do Lago Titicaca que emergiu o primeiro Inca, por ordem do Deus Sol, para começar o Império de Manco Capac.
O lago Titicaca, está na fronteira entre o Peru e a Bolívia – Cordilheira dos Andes – é um dos maiores lagos da América do Sul e o curso de água navegável mais alto do mundo. São dezenas de ilhas onde a população utiliza em grande escala a “totora”: uma planta endêmica da região que nasce nas águas do Lago e é usada para a confecção de casas, barcos, ilhas, medicamento e até mesmo alimentação. 
Uma ilha pode durar até trinta anos, quando os juncos chegam ao fundo do lago e começam a apodrecer, novas camadas de juncos têm que ser adicionadas na superfície. As casas de aparência frágil são bem resistentes montadas em blocos de totora que flutuam, acomodam bem a família e um fogão de pedra para preparo dos alimentos, sua locomoção é feita em barcos de totora. Os Uros se alimentam de peixes e aves e exploram o turismo com venda de cerâmica e tecidos. Geralmente não possuem vida longa. Recebem bem os turistas sempre em seus trajes típicos. Os produtos ali vendidos têm seu preço em dólar. 
Eles optaram por não permitir entrada de sistema hoteleiro, a hospedagem é feita em casas da comunidade e você não pode escolher, tudo é no sorteio. As casas não têm energia elétrica, só geradores que acendem somente lâmpadas, não há chuveiro, se você insistir (o que não é simpático), eles podem aquecer um pouco de água no fogão à lenha, sanitário funciona à base de balde de água. O local é lindo, mas os passeios em altitude são cansativos. O centro de tradição prepara uma festa no final da noite com música e dança típica, eles emprestam roupa para os turistas, mas o evento fica a quase 1000m. a.n.m., leve uma lanterna para o retorno. Não tem conforto, se decidir ficar por uma noite saiba que o mínimo que vai ter será o máximo.


Local com 2.500 habitantes e 11 km2. Após subir intermináveis 540 degraus e algumas rampas chegamos ao topo da ilha de 3.650m. a.n.m., não existe estrada nem eletricidade, vivem do cultivo de batata, milho, quínua e fava. Mantém na praça central uma cooperativa de produtos têxteis. 



Ricos Pan 



Como chegar – os barcos de turistas que fazem bate-volta saem pela manhã e voltam às 16h., mesmo estando sol previna-se, faz muito frio no barco. Para quem vai dormir na ilha pode ir cedo ou a tarde, na Ilha as acomodações são bem simples e o prato principal geralmente é truta.


Basílica de Nossa Senhora de Copacabana.
Transcopacabana, Todo Turismo, Pasasur, Mopar e Trans Omar, a viagem leva cerca de 3h.30, custo médio de B$30 (U$4,30).
ônibus para Copacabana, saída às 14h. com chegada em Copacabana 17h. A viagem ia bem até chegarmos ao Estreito de Tiquina, quando o motorista começou a gritar “Baja, baja, baja”, todos desceram. O ônibus atravessaria em uma balsa, só com a bagagem, sem saber o que estava acontecendo e nem para onde ir, começamos a correr atrás do tal senhor, seguindo sempre o boné branco, que a certa altura desapareceu, havia um guichê aonde presumimos que deveríamos comprar bilhetes para a travessia de barco.
Diário de bordo – Andamos muito para achar um hotel, quando achamos um sorte antes de nos instalarmos o dono avisou que não seria possível tomar banho, o hotel estava sem água. Andamos quase duas horas para achar encontrar algo, por fim na Av. 6 de agosto achamos o Hostel Center B$15,00 p/ pessoa (U$2,15), em frente a Plaza Sucre, prédio novo, quarto com banheiro, o atendente disse que poderia fornecer apenas uma toalha, como já estava tarde, aceitamos. Depois olhando melhor vimos que o quarto e banheiro não estavam limpos, assim como a roupa de cama já havia sido usada, não havia outra alternativa. 
População– 766.468 (2012), habitantes
Fundada em 20 de outubro de 1548 por Don Alonzo de Mendonza, para comemorar o fim da guerra civil entre almagristas e pizarristas (ex-sócios e conquistadores do Império Inca), originalmente ficava perto do Lago Titicaca, mas com a aparição do ouro no cascalho do rio Chuquiyapu a cidade foi para o atual lugar.
Ótima localização, quartos com TV
Diário de Bordo – terminado os passeios e ainda sob o efeito do soroche (mal da altitude), perambulei pelo centro para comer algo, tudo muito gorduroso, resolvi tomar uma sopa no Shopping Norte, na área de alimentação pedi um caldo de frango. Surpresa! Caldo ralo com um pé de frango boiando, detalhe que um dos “dedos” ainda estava com unha. Eca! Acompanhava o caldo uma batata amarela, uma branca e uma preta (horrível) e pão. Empurrei tudo no canto do prato e tentei tomar o caldo com pão.
No setor de carnes: galinha, pato, carne, fígado, coração, rim, pulmão, em bacias ou pendurados em ganchos, tudo sem refrigeração. Na área de alimentação quiosques vendendo frango à milanesa, nacos de carne, peixe frito, tudo amontoado em bacias, sobre balcões sem cobertura. Sopa aos montes, são servidas em caldeirões que ficam no chão, junto com algumas bacias com água turva aonde são lavados os utensílios. Um suco de pêssego, que segundo informaram é um fermentado da fruta em água, açúcar, cravo e canela, depois de pronto é colocado em copo ou sacos plásticos. O piso impossível dizer o material de origem, tamanha é a camada de gordura que está sobre ele. O local tem corredores estreitos, as vendedoras, com encardidos aventais oferecem gritando o seu produto, algumas chegam a levar as bacias com as frituras até a cara do “freguês”. Outras enfiam conchas dentro dos caldeirões de sopa para mostrar a qualidade do produto. Não dá para ficar muito tempo! Mas é digno de ser visto. Saindo dali fomos para o setor de flores. Toda a volta do mercado é cercada de ambulantes vendendo frutas, doces, pães, refrigerantes, do outro lado da Calle Camacho um movimentado mercado de roupas. Esta região da Igreja São Francisco, Praça e Mercado Central é um verdadeiro formigueiro de gente.
Um ótimo local de observação, crianças alimentando pombos, roupas típicas, chapéus tradicionais das mulheres aymaras que conversam na praça. É o melhor local para observar importantes edifícios do período colonial. Sempre cercada de policiais por conter manifestações políticas.
Catedral Metropolitana



Mirante Killi Killi
Tiawanaku foi uma civilização pré-incaica fundado por volta de 200 a.C. e prosperou até 1000 d.C., era um povo avançado em matemática, astronomia, construção e cerâmica. O sítio arqueológico conta com um museu e o conjunto de ruínas ainda em fase de descoberta.
É apenas uma das muitas montanhas que circundam La Paz, o acesso com veículo chega perto do cume, depois é necessário a caminhada a pé, mas é bom para quem já está adaptado com a altitude, no topo está a estação de esqui mais alta do mundo. Nos períodos de nevasca o acesso pode ser bloqueado pela neve. Já no verão o problema são os deslizamentos de terra, comuns nesta região dos Andes.
Como sair de Oruro para La Paz
A primeira capela deu origem ao santuário e a igreja atual é de 1781, recebeu o nome de igreja de Nossa Senhora de Copacabana. Como os fiéis veneravam a virgem da Candelária, patrona dos mineiros, conhecida como a Virgem de Socavón ela tornou-se a patrona da igreja. Veja a imagem de São Miguel Arcanjo de 1606, o quadro da Virgen de Socavón (Virgem da Candelária), data do século XVI. A igreja acomoda até 1.200 devotos, no dia 12 de fevereiro os devotos realizam em honra a Virgen del Socavón o folclórico carnaval junto com o Dia do Folclore.
No subsolo da igreja há uma antiga mina de prata e vestígios da época colonial com roupas dos mineiros, máquinas, carrinhos, balanças, documentos em balcão com vidros, artefatos usados na extração de prata. Os índios foram catequizados com a imagem de Deus no alto e do Diabo na terra, para trabalhar em um local tão perigoso, eles tinham que pedir licença para trabalhar no subsolo e faziam oferendas ao demônio.
No interior das minas bolivianas é comum encontrar uma imagem que muitas vezes é chamada de “Tio” com oferendas de cigarro, bebida, dinheiro e folhas de coca.
A Virgen del Socavón é uma invocação da Virgem Maria que é venerada na cidade de Oruro onde foi inaugurada uma estátua em 2013 com 45,4m. de altura, pesa 1.500 toneladas, está a 3.845m. a.n.m. A imagem é mais alta que o Cristo Redentor (38m.), no Rio de Janeiro.
A praça existe desde a fundação da cidade em 1606, primeiro como Plaza Mayor, depois Plaza del Rey e com influência espanhola permaneceu assim até 1900, chegaram os franceses e alteram a arquitetura, foram incluídos bebedouros, quiosques, fonte com animais de bronze, quatro leões, dois cães, um javali e um lobo.

A cerimônia Ito nativa, foi interrompida em meados do século XVII, pelos espanhóis (então comandantes das terras do Alto Peru), o que não impediu os Urus de continuar praticando o

Hotel Avenida
Fui para a Agência, me disseram que sairíamos as 10h., mas para esperar no Hotel. Voltei para o Hotel, apareceu um rapaz dizendo que não era no Hotel, mas sim em outra Agência, ao lado do Hotel. Só então começaram a organizar a comida, combustível e mochilas em cima do jipe 4×4. Perguntei para a agenciadora sobre meu saco de dormir, ela havia esquecido! Foi preciso desamarrar a carga para acrescentar o saco. Conclusão: só saímos às 11h.30. Nosso grupo composto de 1 espanhol, 2 ingleses, 1 francês, 1 indiano, 1 neozelandesa, eu e o guia Hector.




Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa

Laguna Cañapa
Arbol de Piedra
Fui procurar um banheiro para um banho. Água? Só fria, o banheiro estava em péssimas condições de higiene, havia um compartimento que servia para banho, mas não havia chuveiro, a água estava estocada em um tambor, tinha um caneco, após o uso do sanitário, cada um deveria jogar um caneco de água, mas parece que não houve um entendimento desta prática entre o grupo. Agora nevava muito, 6ºC negativos. Olhei para o tambor com água gelada, olhei para o caneco. Desisti do banho!
Laguna Colorada
Pueblo San Agustin


Recebi a chave, o rolo de papel higiênico e subi. Quarto simples, com banheiro, água quente, mas sem toalha de banho, por sorte havia levado a toalha de fralda.
Partimos, no primeiro posto de combustível o motorista parou e pediu pagamento adiantado, estava com pouco combustível e não tinha dinheiro, paguei meus B$30, neste momento a senhora boliviana ficou irritada com o motorista, pois ele havia cobrado B$40 dela, foi uma confusão e ele acabou devolvendo a diferença. No caminho mais uma passageira, uma vendedora ambulante, sentou-se no banco da frente com sacolas de comida, refrigerante e um grande saco com biscoitos de polvilho, não cabia mais nada. Na primeira parada para o passageiro descer o porta malas não abria, descemos todos do carro para que o motorista sacasse o banco traseiro para retirar a mala. Todos ”acomodados” chegamos a Potosí após 3 horas de viagem em estrada asfaltada, mas sem acostamento.

Hostel Casa Blanca
Com certeza se tivéssemos comprado tudo isso na cidade o valor seria infinitamente menor. Para completar máscaras descartáveis para evitar a poeira da mina. Subimos novamente na van que nos levou até a entrada da Mina Rosário a uma altitude de 4.303metros, a guia o tempo todo repetia: Reforcem a coca! Mastiguem mais folhas! Estamos subindo reforcem a coca! Acomodem as folhas no canto da boca, coloquem mais folhas! Minha bochecha parecia de tocador de trombone, mas os efeitos milagrosos não apareciam. Estava cada vez mais zonza, raciocínio lento, falta de ar.
Fundado em 1547 é o convento mais antigo da Bolívia e preserva boa parte da construção original: pisos, pilastras e teto em madeira talhada à mão. Foi destruído com o rompimento da lagoa de San Ildefonso e reconstruído 19 anos depois (1707). O eixo central do museu seria o convento, no pátio externo estão pinturas que remetem a história de São Francisco, quadros religiosos como a “Ereção da Cruz” de Melchor Pérez de Holguín, “Cristo de Burgos” de Gaspar de la Caverna e obras de Juan de la Cruz Tapia, internamente há um quarto que mostra como vivia um franciscano. Dentro da igreja chama a atenção a imagem de um Cristo com cabelos humanos, dizem que foi deixado anonimamente na porta da igreja. A descida até a cripta é feita por uma escada de pedras lá estão ossos de pessoas que foram importantes para a cidade e tinham posses para serem enterradas no subsolo da igreja. O ponto alto do passeio é a subida até o telhado e chegar até a torre para desfrutar a vista de Potosí, Catedral e Cerro Rico.
Arco de Cobija
Torre de la Compañia de Jesus.
Sem dúvida uma das melhores visitas em Potosí, foi construída de 1759 a 1773 para controlar o volume de retirada da prata e transformação em moedas que vinham com um “P” (Potosí) em sua parte central. É um dos mais completos museus da América do Sul sobre cunho de moedas. Por medida de segurança os muros tem mais de um metro de espessura e o local serviu como prisão, fortaleza e sede do exército boliviano durante a Guerra do Chaco, logo ao entrar no pátio há uma fonte e atrás dela uma esquisita máscara de Baco que foi colocada em 1865 pelo francês Eugenio Martin Moulon (provavelmente só ele sabe o motivo), mas tornou-se um ícone na cidade conhecido como “mascarón”.
Não é possível estabelecer a quantidade de minas abertas na montanha, mas com certeza passam de 200 aberturas e estudos mostram que a montanha já cedeu em sua altura devido a retirada de terra de seu interior. Os mineiros começam o dia comendo como se fosse um almoço (sopa, arroz, macarrão e geralmente frango) este é o único alimento do dia, não é recomendável levar comida para o interior da mina, ela fermenta muito rápido. A visita é feita durante o período de atividade dos mineiros, à medida em que se avança pelo túnel a luz vai ficando mais fraca, o ambiente vai ficando frio, as paredes apertadas e o ar rarefeito, os trilhos ajudam na direção a seguir mas em alguns trechos estão cobertos de água. O guia vai a frente contando histórias de mineiros da época colonial que eram escravos indígenas que ficavam até 3 meses dentro da mina sem ver a luz do dia, galerias poderiam ter dormitórios e refeitórios, quando saiam alguns ficavam cegos ou antes disso morriam em deslizamentos ou doenças infecciosas respiratórias. Atualmente os jovens entram nas minas por volta dos 14 anos como carregadores e na idade adulta fica fixo como explorador, não conseguem estudar.
Visitar ou não uma mina? Prepare-se, a realidade é forte e triste, as condições de trabalho são terríveis e impactantes.
Leve água, lanche e vá preparado com um casaco o clima é instável nesse local.
O trajeto é de 225km. em estrada de terra, o velocímetro do ônibus não funciona, mas posso afirmar que na tal subida do Sapo não ultrapassa 20km. p/ hora. São 11h.30. e após esta forte subida se avista a Cordillera de los Fraillles, lhamas começam a cruzar a estrada, à esquerda a Mineradora Porco. Após subir até 4.000metros de altitude, começa a descida até chegar ao frio rio San Juan, onde segundo o motorista do ônibus existem muitas trutas, as lhamas continuam aparecendo sempre, são bastante resistente, comem a palha seca, fornecem lã e carne, uma lhama vale entre B$200 (U$28,7) a B$300 (U$43).

A linha do Equador é uma linha imaginária responsável pela divisão do globo terrestre em dois hemisférios: Hemisfério Sul (meridional ou austral), Hemisfério Norte (setentrional ou boreal).




A escada de acesso foi projetada de tal forma que o visitante precisasse olhar para os pés e assim inclinar a cabeça. A representação do sol, foi pensada para atrair a população indígena, já que neste local havia um templo inca, a mescla iconográfica indígena e católica é observada em vários pontos do templo.


Umas das construções civis mais antigas de Quito data de 1565, fundado como Hospital San Juan de Dios cheio de histórias e lendas depois foi transformado em museu e inaugurado em 1998. Há um interessante diorama que representa a expedição espanhola para descobrir o Rio Amazonas.
Sobre a estátua: a Virgem Maria é uma réplica da escultura de 30 centímetros feita no século XVIII que está na igreja de São Francisco, composta de 7.400 peças, numeradas para que fossem montadas no local como um quebra-cabeça, é a maior representação no mundo em alumínio. As peças são soldadas com pequenos pedaços de platina e apertadas com parafusos, as asas da Virgem só foram colocadas em setembro de 1975.
Fundação Teatro Nacional Sucre
Oswaldo Guayasamín nasceu em Quito no ano de 1919 e morreu em 1.999. Na década de trinta viveu a Revolução Mexicana, Guerra Civil Espanhola, dificuldades financeiras, perda de um grande amigo e esse histórico foi forjando sua personalidade.

Hostal Posada del Maple** 

Ônibus – transporte público saindo de El Ejido os ônibus partem a cada 20 minutos, custa U$2,50, mais U$ 0,20 da taxa do terminal terrestre e leva 30 minutos até o Terminal Carcelén, de onde saem vários ônibus para Otavalo, utilize a Cooperativa Otavalo ou Cooperativa Los Lagos, a passagem custa U$2,50 e o trajeto leva de 2h. a 2h.30 e são diversas empresas que fazem o trajeto. Chegando em Otavalo um táxi deve cobrar U$1,25 para levar até a hospedagem.







Gruta Del Socavón – Virgen de Montserrate













Diário de Bordo – Tomamos um ônibus de Alausi para Cuenca ao entardecer, seriam 163km. com uma previsão de 3h. de viagem. Durante o trajeto vimos que estávamos em duas mulheres e somente homens no ônibus, quando começou a escurecer percebemos que começaram a beber e ficar alterados, quando o ônibus fez uma parada na localidade de Azougue achamos por bem descer no terminal rodoviário e procurar uma hospedagem, não foi muito fácil, mas conseguimos um hostal que era praticamente uma casa de família e seguimos viagem para Cuenca no dia seguinte. Portanto, evite viajar à noite.


Foi adaptada para funcionar como um centro cultural para exposições artísticas, conferências, debates. O mobiliário não é original, foi implantado um novo sistema de som e iluminação para servir também como base de eventos. A entrada principal é pela calle Condamine e Tarqui na parte alta onde está o terraço e na parte baixa funciona uma cafeteria com mesas ao ar livre. Tem muita coisa original para ser observada, pinturas em tromp’oil, além da belíssima vista em seu último andar.



Iglesia El Sagrário (Catedral Velha) 
Templo do século XVI tem a sua base construída com pedras retiradas de construções incas, fachada de estilo românico recoberta de mármore rosado. No interior estão três naves principais e as duas pequenas estão distribuídas em forma de perfeita cruz latina.
eçou a ser construída desde a segunda década do século XIX. Ao seu término foi dedicada à Nossa Senhora do Rosário, mais conhecida como “Moreninha do Rosário” e cuja efígie pode-se ver ainda hoje no altar maior da Igreja.
Arquitetura antiga – prédio declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO
Patrimônio Cultural do Equador em 2004.



A estação de trem é parada obrigatória, já que o turista vai até ela para embarcar na viagem até o Nariz del Diablo. O edifício é do início do século XX (anos 50), com um monumento a Eloy Alfaro. Originalmente o prédio principal era dedicado a ser um armazém de produtos e animais que o trem transportava e o outro prédio anexo era dedicado aos passageiros. Os edifícios estavam em plataformas de concreto, estrutura erguida em módulos de madeira Pino Douglass trazidos dos Estados Unidos e telhado de zinco.


Foi construída em 1931, entre os rios Alausí e Guasuntos, preserva duas colunas de mármore na frente que sustentavam o teto no século XX, doadas pelos descendentes do general Eloy Alfaro como uma homenagem ao monumental trabalho da ferrovia.
Hotel Europa.