CHILE – Trekking Circuito “O”
(com Puerto Natales + Cueva Milodón)

Incluso
Importante lembrar que a quilometragem pode sofrer alteração entre os sites de informação, assim como as horas de caminhada.
álbum de fotos no final do relato.
Cheguei a El Calafate e fui direto para o Hostel Los Dos Pinos, já pude deixar a mochila no quarto e saí para comer uma pizza.
LA LECHUZA PIZZAS
Avenida del Libertador, 1301 – El Calafate
Pizza calabresa pq. P$75,00
Coca P$20,00 + Serviço de mesa P$12,00 = P$107,00
Depois da pizza fui a Sorveteria Las Ovejitas.
SORVETERIA LAS OVEJITAS – sorvete de banana split
Voltei ao hostel e encontrei o nosso Guia 1, foi conferir meu equipamento, me sugeriu comprar um casaco de pluma de ganso, 2 fleeces, 1 luva, 1 par de polainas, tudo isso poderia ser adquirido por um bom preço na loja de um amigo seu. Achei um exagero (e era!). O equipamento que levei já tinha sido utilizado no Campo de Base do Everest e foi bastante suficiente. Abortei a visita na loja do amigo do Guia 1.
PIETRO’S CAFÉ
Avenida Del Libertador, 1002
Chocolate quente P$29,00 + 1 salgado P$10,00 = P$39,00
O pessoal do grupo de trekking já estava no hostal, arrumei a mochila, pesei e verifiquei que estava com 6kg., fui jantar.
RESTAURANTE
Caldo de lentilha + sobremesa = P$ 80,00
Refrigerante P$15,00 + Água pq. P$15,00
15 de Janeiro de 2014 – (quarta)
Acordamos as 6h. O café da manhã que estava incluído no pacote teve de ser pago.
PANADERIA D. LUIZ
Avenida 9 de Julio, 265.
Café da manhã = PS63,00
Depois do apressado café da manhã, fomos para o terminal rodoviário tomar o ônibus para Puerto Natales (Chile), a passagem estava incluída no pacote, mas a taxa de embarque não .
TAXA DE EMBARQUE – El Calafate x Puerto Natales
Terminal de ônibus = P$5,00
A viagem durou aproximadamente 5h., a aduana da Argentina é rápida, mas a passagem pela aduana do Chile é muito demorada, algumas vezes eles fazem todos descer do ônibus e vistoriam todas as mochilas para ver se não estão entrando com produtos in natura ou embutidos.
PUERTO NATALES – CHILE
Chegamos a pequena Puerto Natales, praticamente uma cidade dormitório de mochileiros e escaladores. O Hostel Kawaskar do Omar é muito simples, mas confortável, bons colchões, ducha excelente, fornece toalha, os quartos são mistos, eventualmente indo em grupo ele pode tentar acomodar de forma separada homens e mulheres.Fornecem informações sobre passeios e alugam material. Por indicação dos guias fomos almoçar no Restaurante.
LA PICADA DE CARLITOS
Blanco Encalada, 400/498.
Lomo a Lo Pobre (bife de chorizo, batatas fritas, 2 ovos fritos) + suco = CS9.800,00.
Av. Talca, 101 – centro.
Água sem gás, CS439,00 + Almendras con Miel P$1.265,00
1/2 pct. Nescafé Vienés C$1.249,50 = C$2.953,50
Quando voltamos o Guia 1 avisou que tinha esquecido de informar que precisaríamos de 1 prato, 1 caneca e talheres para nos alimentarmos no Refúgio El Perro. O comércio já estava fechado, voltamos na Picada de Carlitos e consegui 4 pratos descartáveis, depois em um super mercado conseguimos talheres descartáveis e copos de isopor.
COLOR CAFÉ – Puerto NatalesBlanco Encalada, 460
Café expresso – 900,00.
O ingresso ao parque custou C$18.000,00, já incluído no pacote. Entramos em uma sala para um rápido vídeo e explanação do Guarda Parque informando quais os cuidados que se deve tomar para preservação do parque, fauna e flora. Isto feito saímos até o gramado para o ajuste das mochilas, bastões de caminhada e abastecimento de água.
Trajeto sem grandes dificuldades, com poucas subidas, após 1,3km. surge uma placa indicando Lago Dickson. Passamos pelo Valle Encantado e já começando a margear o rio Paine que passa a acompanhar todo o trajeto, ele não é cruzado em nenhum momento. Começa o Campo das Margaridas que nos acompanha durante todo o trajeto até o Acampamento Seron. Nos últimos 4km. aparecem vários cursos de água que tivemos que atravessar sobre pedras dentro d’água, muitos trechos alagadiços. Foi um dia de céu limpo, mas com calor e muito sol todo o trajeto.No camping as barracas já estavam montadas, uma para cada 2 pessoas. A maioria se acomodou nas barracas e depois foram tomar cerveja, separei minha roupa e fui para a fila do banho, um chuveiro apenas para todas as pessoas que estão acampadas, a ducha não é boa e se alguém dá descarga no sanitário ou abre a torneira da pia, a água fica extremamente fria.
As 20h. fomos jantar, a mesa acomoda apenas 12 pessoas e como estávamos em 14 mais 2 guias, tivemos que nos dividir em duas turmas. O jantar foi muito fraco para o tipo de exercício que estávamos fazendo: salada de milho com alguns legumes e depois uma sopa de feijão com um pedaço de pão caseiro.
A sobremesa era uma gelatina suave com frutas em calda, coberta com uma mousse e polvilhada com café.Água em jarras, vinda direto do glaciar. A maioria achou que ainda viria o prato principal depois da sopa, mas ficou apenas nisso. O frio começou a apertar e às 10h.25 fomos para as barracas, neste momento achei que o meu saco de dormir seria insuficiente, tal o frio que fazia, mas dormi bem agasalhada e não passei frio, apenas o desconforto de dormir com um isolante e o saco.
Levantamos cedo, mas o café da manhã só foi servido às 10h.,: água quente para o café solúvel, leite frio, chocolate em pó, chá, manteiga, geleia e o pão que não foi suficiente para todos. Só conseguimos sair às 11h. depois que as duas turmas tomaram o desjejum, bastante tarde para percorrer mais um dia longo de caminhada.

Inicio tranquilo, após 40’ de caminhada começa a subida que leva 3 horas para ser vencida, percorridos 4,5km. até Paso Del Viento, trecho extremamente íngreme, após vencer esta etapa a trilha continuou com subidas e descidas leves passando ao lado do Lago Paine. O segundo dia é um dos mais longos, bom abastecimento de água.
Começa uma descida extremamente íngreme para chegar ao Refúgio Dickson, todo o cuidado é pouco, existem pedras soltas que escorregam.
Jantar incluído no pacote = salada de cenoura ralada, palmito, tomate e vagem. Caldo, arroz e bife. Paguei uma cerveja para o guia 2 = C$5.000,00 (não obrigatório, mas sugerido por ele).
Logo a princípio uma subida de mais ou menos 1h. em direção ao Paso John Gardner, depois começa a floresta de lengas com algumas mini orquídeas espalhadas pelo tramo.
Apresentam-se algumas subidas leves, travessia de várias pontes sobre cursos de água de degelo dos glaciares. Para chegar ao Glaciar los Perros há uma subida de mais ou menos 1h. de caminhada entre pedras, após este trecho difícil vem a vista do Glaciar.
Muito vento, descidas curtas, mas com muitas pedras grandes, intercalando subidas íngremes. 


Depois do “jantar” tomamos capuccino que havíamos comprado também em Puerto Natales e comemos o pão que estava na mochila há 2 dias. Fomos dormir na barraca, noite bastante desconfortável.
Los Perros x Refúgio Grey = 18km. – 06h.30/ – 15h. de caminhada
Café da manhã muito deficiente pelo esforço físico que teríamos neste dia, a altitude chega a 1.241m.
O almoço foi um lanche apenas com o que tínhamos na mochila, a água proveniente do degelo é abundante durante todo o trajeto.

Muito difícil também a travessia nas escadas de metal, sem nenhuma segurança, ficam suspensas em um desfiladeiro, são 3 lances: uma descida e logo adiante nova descida e uma subida. Para este trecho existe a possibilidade de dividir em dois dias, já que o acampamento Paso está a 8,4km. e a outra opção é enfrentar 14,8km. para chegar ao Refúgio Grey, apesar de estarmos exauridos esta foi a decisão do Guia 1.
As 12h.30 estávamos atravessando nesgas de gelo, até chegar a 1.200m. de altitude e entrar na Cela do Paso John Garner. Nevou, choveu granizo e fez muito vento durante todo o trajeto. Também foi difícil atravessar trechos com neve fofa e alguns buracos que tínhamos de evitar para não afundar.
A partir desse trecho comecei a sentir muitas dores na coxa e acabei ficando para trás junto com outra colega de caminhada que estava com bolhas nos pés, não estávamos acompanhando o grupo e nem por um momento o Guia 1 se preocupou com isso, tivemos o apoio de uma amiga de caminhada. Demoramos muito para chegar ao Refúgio Grey, o Guia1 já havia chegado tomado banho e aguardava o jantar. Jantar: caldo de caneca, bolo de carne moída, purê de abóbora, suco artificial e cockies de sobremesa.
O jantar não foi suficiente para todos, faltou comida e improvisaram uma omelete, isto não era o ideal para um dia de intenso trekking. O jantar deixou a desejar já o café da manhã foi muito bom. Atendimento totalmente impessoal, funcionários desatentos. Os banheiros são bons com água quente, quartos providos de beliches, não fornecem roupa de cama.
Café da manhã com leite, café, chá, sucrilhos, iogurte, torrada, geleia e manteiga. Caminhada prevista para ser feita em 3h., mas nosso bloco fez em 5h. O Guia 1 se antecipou e saiu com alguns participantes que escolheram uma caminhada mais rápida, deixando a maioria com o Guia 2.Saímos já eram 11h. da manhã, muito tarde, como a trilha era bem marcada, o grupo ficou disperso, acabamos indo mais devagar.
Neste dia estava com muita dor e a cada obstáculo que precisava subir ou descer sentia fortes dores na coxa, foi penoso chegar ao lodge, por sorte tivemos apoio do grupo, os Guias 1 e 2, sequer se preocuparam. Este deveria ser o dia mais tranqüilo, para usufruir, mas para alguns foi penoso devido a dores musculares sob esforço físico incompatível com nossa proposta que era “caminhar usufruindo a paisagem”. Chegamos a Paine Grande, o melhor local de hospedagem dos circuitos “W” e “O”.
Os quartos compartilhados não fornecem roupas de cama, os colchões são confortáveis, banheiros limpos com água quente, mas não é um local apenas para montanhistas e trekking, há um cais com atracamento de catamarã que trás hóspedes para passar finais de semana ou fazer pequenas trilhas. A forma mais fácil de chegar é tomar um ônibus em Puerto Natales e descer no embarcadouro Pudeto, ali o catamarã Hielos Patagônicos leva o hóspede até o setor Pehoé, a travessia leva 30’ e custa 12.000,00 pesos chilenos.

Novamente paguei uma cerveja para o guia.

No dia seguinte tomamos o café com o grupo em seguida eles partiram para a trilha e ficamos esperando o primeiro catamarã às 10h. para sair de Paine Grande. Deixei ali meu sonho de chegar até a base das Torres del Paine, quem sabe um dia voltarei para fazer esse resgate.

Tomamos um táxi para ir até a caverna.

Voltamos para o hostal, refiz os curativos nos pés de minha amiga que já estava bem melhor. Saímos e fomos comer uma pizza.

Pizza individual de atum + coca = C$5.750,00
Dia sem nada de especial para fazer, teríamos de esperar até 18h., horário de saída do ônibus, chuviscava estava difícil de caminhar, tomamos café da manhã, ficamos um bom tempo no hostel. O tempo melhorou e fomos caminhar pela Avenida Costanera Pedro Montt que margeia o canal Última Esperanza, está muito bem estruturada com playground, pista para bicicletas, local de acesso para cadeirantes, bancos, tudo muito bem cuidado, mas ventava muito. Tomamos o rumo do centro da cidade, entramos na igreja.Plaza Don Bosco – Puerto Natales
Inaugurada em 1930, em estilo neoclássico inglês é um dos edifícios mais altos de Puerto Natales. No altar principal está uma tela retratando a Virgem Maria Auxiliadora protetora das missões Patagônicas, obra do artista italiano Mario Bogan. Outra peça interessante é o relógio eletromecânico da década de 40, trazido da Alemanha e que fica na torre do templo. Visitas: terça-feira a sábado das 10h. às 12h. e das 15h. às 19h.30.
Saindo da Melissa fui comprar uns recuerdos, mas antes perguntei para a garçonete onde seria o melhor local, ela me informou que Puerto Natales tem uma cooperativa artesanal, fomos para lá.
Como só tínhamos almoçado a pizza tomamos um lanche na cafeteria do terminal de ônibus. Um local limpo, não são muitas opções, mas o serviço é rápido e atencioso.
Chegamos a El Calafate, fomos para o hotel
LOS DOS PINOS.
Diária individual P$195,00
P$36,00 (P$18,00 p/p)
Em reunião em presença do Guia 1 em novembro/2013, deixei claro que conseguiria cumprir o roteiro diário, mas caminho de forma a apreciar a natureza, nesta ocasião o Guia 1 confirmou que não seria problema, seriam dois guias e um deles fecharia a fila acompanhando o ritmo.
Entrei por duas vezes em contato com o Guia 2 para informá-lo que havia fraturado o pé e estava preocupada com meu condicionamento físico, pois com o pé imobilizado não tinha condições de manter um treinamento adequado, inclusive manifestei ao Guia 2 o desejo de fazer apenas o circuito W e ele nas duas ocasiões enfatizou que não haveria problema, a caminhada do O seria feita sem maiores dificuldades. Acreditei, ele é guia e conhece o tramo!
Aguardo até hoje o Contrato de Prestação de Serviços que o Guia 2 prometeu, mas não enviou.
Também comentei com o Guia 2 minha preocupação com as escadas suspensas, neste caso ele também disse que não haveria problema, ele teria uma corda para a eventualidade de precisar amarrar as mochilas para descer e subir. No caso em questão, pelo menos com os bastões de caminhada esta providência deveria ser levada em conta, precisamos da generosidade dos participantes para descer com os bastões já que os guias não o fizeram.
A logística em colocar uma participante contundida e eu logo atrás do Guia 1 pode ter sido uma solução para vocês que estavam em apenas 2 guias para 14 pessoas, em nenhum momento vocês levaram em conta o constrangimento que nos colocaram diante dos participantes e o stress físico que fomos submetidas por forçar um ritmo que não era o nosso, tanto isso é verdade que tive problemas musculares.
No dia 19 chegamos exauridas e só não demoramos mais devido à preocupação do companheiro que foi nos ajudar com as mochilas e da companheira que nos auxiliou muito durante o trajeto. O Guia 1 estava preocupado? Não sei! Ele já estava de banho tomado, reclamando do atraso do jantar devido a nossa demora, sequer perguntou como estávamos.
Não posso deixar de citar minha insatisfação com a atitude do dia 19 quando manifestei minha decisão em deixar o grupo com dores na musculatura quadríceps: reto femoral da coxa. A única reação do Guia 1 foi perguntar se eu era médica para ter esta conclusão. Pergunta mal colocada para a ocasião, ele de antemão já sabia que a resposta seria: Não!, (no entanto, sou auxiliar de enfermagem e sabia o que estava dizendo). Fiquei correndo atrás do Guia 2 para que fosse feita uma consulta em Puerto Natales e saber se haveria vaga no Hostel Kawaskar, segundo o Guia 2 estava confirmada. Chegando ao albergue ficamos sabendo pelo Omar que esta ligação não ocorreu.
Não houve em momento algum preocupação em saber nossas condições físicas e nem como iríamos chegar a Puerto Natales. Sequer foi tentado fazer alguma coisa pela companheira que estava com bolhas já infeccionadas e com extrema dificuldade de locomoção. Algum dos guias entrou em contato com Puerto Natales para saber como tínhamos chegado? Não! Aliás, nem um contato posterior foi feito neste sentido.
O Guia trabalha com os sonhos de seus clientes. Quando abandonei o grupo no dia 20, abandonei meu sonho, meses de expectativa, preparo, insegurança e até que por não dizer de ajustes financeiros, afinal eu estaria em boas mãos, realizaria o sonho de estar nas Torres Del Paine. Já que o Guia 2 não achou conveniente abortar o circuito O conforme minha sugestão e permanecer apenas com o circuito W era porque, apesar de difícil era viável. Quando percebi minha dificuldade, coloquei por 2 vezes para o Guia 2 que queria abortar 2 dias, descansar a partir do Paine Grande e terminar com o grupo, ele disse que seria impossível. Acreditei afinal ele era o guia e conhecedor do tramo. Fiquei! Não fui lá para atravessar Paso Garner e depois como consolo ouvir dizer que afinal tinha feito o mais difícil. Fui lá para chegar a Torres Del Paine…. e não cheguei! Minha decepção foi maior ainda quando verifiquei que seria viável minha sugestão de chegar de ônibus e aguardar o grupo para fazer as Torres. Conclui: daria trabalho aos guias ajustar esta logística, correto? Mas isto faz parte, o guia tem de saber lidar com imprevistos, ele não vai para usufruir do passeio, tomar cerveja e vinho, é um prestador de serviço.
Srs. Guias, a escolha de uma profissão é optativa, mas ao escolhê-la, o conjunto de deveres profissionais passa a ser obrigatório. Sugiro a leitura da Lei Federal nº 8.623 de 28/01/93 + Decreto nº 946 de 01/10/93 e Atribuições do guia SINDIGUR e FENAGTUR. Teria muito mais coisas do dia a dia a comentar, mas acho que iria me alongar demais e afinal acordei não do sonho, mas do pesadelo.
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| Área de descanso do Hotel Rancho Grande |
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| Banheiro no trekking Laguna Torre El Chaltén |
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| Puerto Natales |
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| refugio Dickson |



































Kaimana Inn Hotel & Restaurant
Fomos até a praia do Pea, local não muito balneável, mas que mesmo assim algumas pessoas estavam tomando sol e crianças nativas se divertiam naquele mar azul incrivelmente transparente. Tentamos uma cerveja em algumas lanchonetes e bares, mas eles não vendem bebida alcoólica, somente podem ser encontradas em alguns mercados e restaurantes, porém mesmo pedindo ela “fria”, pode ter certeza de que não vai tomar uma cerveja gelada. Fomos almoçar no La Tinita.
meditar e se encantar.

moai, quando ainda eram representados como seres amorfos.









do para a mesa do restaurante e em fila indiana todos foram fartamente servidos, além do curanto havia uma salada como entrada e de sobremesa
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feitas de adobe e os telhados estão sempre empoeirados, como não chove no local toda a cidade é marrom.
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FÉ PEREGRINO 


s estão localizadas a 4.220m., também fazem parte da Reserva Nacional e são administradas pela comunidade indígena de Socaire. São duas grandes lagoas uma ao lado da outra, emolduradas por vulcões e com água incrivelmente verde, alguns trechos aparecem mais escuros, são locais onde estão depositadas colonias de algas que servem de alimentos aos flamingos, onde não há algas a água apresenta uma transparência que deixa ver seu fundo salino. 





















Estes olhos de água são alimentados pela pouca água da chuva, degelo e rios subtgerrâneos vindos dos Andes. O sal que é carregado passa a ser filtrado pela areia e detritos chegando aos Ojos como água doce. O guia falava um bom português por namorar um brasileira, mas no final sugeriu e insistiu que os componentes do grupo dessem uma gorjeta. Não foi de bom tom!
O museu é bem organizado, sem poluição visual, na entrada há um vídeo bastante interessante sobre a decisão de retirada das múmias que ficavam expostas e os atacamenhos se sentiam incomodados, gostariam que elas voltassem ao seu lugar de origem, mas sabem que seriam saqueadas, então preferiram que elas fossem para um museu na cidade de Salta na Argentina a serem expostas publicamente em S.P.A. Saindo do museu resolvi pesquisar alguns souvenires, o local tem pouco artesanato autêntico de S.P.A., o que se encontra são objetos comuns em todo o Chile, os produtos se repetem e os preços sofrem pouca variação. Algo que achei mais original foram as cerâmicas negras polidas que são originárias dos antigos povos atacamenhos.
a, o estacionamento fica a 3.580m., é necessário descer caminhando cerca de 500m. em declive, até as termas. São 6 poços de água. São 6 poços de água, em frente a cada um deles há um vestiário (camarim), tem sanitários e lockers, portanto convém levar cadeado para utilizá-los, não tem chuveiro nem lanchonete. O passeio termina as 17h.30, quando todos já devem estar no estacionamento para voltar a S.P.A. Á água é de temperatura bastante agradável, mas se estiver um dia mais frio permaneça no primeiro poço onde a água é mais quente, deixe toalha perto da borda faz muito frio ao sair. Na volta a subida é bastante íngreme, o melhor é ir parando e apreciando a paisagem.


A noite fui jantar um prato típico do Chile: empanada. Escolhi o lugar de referência para esta iguaria tradicional: Las Delicias de Carmen. Novamente me enganei, a empanada estava com muita, muita massa e um mínimo de recheio, pedi também um chá.


Após o pagamento, todos na van e nos dirigimos para as águas termais, para chegar ao local é necessário descer um morro, ultrapassar um fio de água e novamente subir entre pedras para ter acesso ao local. Algumas pessoas apesar do frio entraram na água. Na volta o guia optou por um caminho inverso, agora em aclive para que pudéssemos observar as vizcayas (grandes coelhos).






SALAR DE TARA





